Usina espanhola capaz de reter 99% de energia solar gerada.
por Anônimo
A usina espanhola Torresol Energy parece ter acabado com um dos maiores problemas da energia solar: funcionar quando não há luz do sol, segundo o siteInhabitat.
A Gemasolar, capaz de produzir 19.9 Megawatts, fica na província espanhola da Andaluzia e possui dois tanques de sal fundido para armazenar calor gerado durante o dia. Ela tem menos armezenamento térmico do que usinas tradicionais, e, assim, pode gerar mais energia solar mesmo depois do pôr-do-sol.
O sal fundido consiste em 60% de nitrato de potássio e 40% de nitrato de sódio. A mistura consegue reter 99% da energia gerada pela usina para ser usada depois. É uma espécie de bateria que dura 15 horas e que não é considerada nociva ao meio-ambiente.
A Gemasolar tem capacidade de produzir 110 mil MWh de energia por ano, o suficiente para abastecer 25 mil casas.
Vender seus produtos na internet nunca foi tão fácil
por Anônimo
Goodsie.com from Hiidef on Vimeo.
Uma ideia do flavor.me, muito bonita e fácil de usar.
Gostei da ideia,rs.
Ministro anuncia plano para que empresas de TI invistam mais em inovação
por Anônimo
Para o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, as empresas brasileiras ainda investem pouco em inovação, o que pode representar um entrave ao avanço do setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), que representa 4% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e deve chegar a 5%, até 2014, segundo dados da IDC.
“Temos que aumentar os instrumentos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento). E aumentar rápido. Onde? No setor privado”, disse Mercadante, segundo notícia divulgada no site do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ainda de acordo com o ministro, de todos os investimentos realizados em pesquisa e inovação no País, 2/3 deles vêm do setor público e só 1/3 da iniciativa privada. “No resto do mundo é o inverso”, acrescentou.
Mercadante destacou também que, apesar do Brasil ocupar o oitavo lugar entre os países que mais investem em TI, está muito atrás de outros mercados em termos de investimentos em pesquisa. Para tanto, lembrou que, enquanto no mercado brasileiro são investidos 1,19% do PIB nesse tema, no Japão essa porcentagem salta para 3,44%, para 2,82% na Alemanha e para 2,79% nos Estados Unidos.
Como forma de tentar reverter esse cenário, o MCT está empenhado em criar uma entidade específica de pesquisas na área de tecnologia. “Seria um centro de excelência de projetos para atender à demanda da indústria”, ressaltou Mercadante. Ele também anunciou que pretende transformar o Finep em um banco público de inovação. Para isso, quer aumentar em mais R$ 2 bilhões o volume de crédito oferecido pela entidade em 2011.
Outra ideia do ministro é ampliar a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico, a Cide da Tecnologia.
Grupo divulga supostos nomes de membros do LulzSec
por Anônimo
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Ataques a órgãos do Governo de diversos países, inclusive do Brasil, foram os assuntos mais divulgados durante os últimos dias, por conta de ciberataques comandados pelos hackers do Lulz Security, ou LulzSec. O grupo é conhecido pelo seu humor aguçado e carrega isso em seu próprio nome, já que a palavra “Lulz” é uma referência à gíria da internet “lol”, que, em inglês, significa “laughing out loud” (rindo muito alto).
O pouco que se sabe sobre o grupo vem de informações vazadas de alguns hackers inimigos que se autointitulam "Web Ninjas". No último sábado, (18/6), eles criaram um blog para divulgar dados dos membros ligados ao Lulz Security. “Se o LulzSec pode expor falhas de segurança, nós podemos expor a deles”, diz a mensagem no blog, que leva o nome de LulzSec Exposed.
De acordo com o jornal The Guardian, os vigilantes do LulzSec postaram informações pessoais de alguns supostos membros da organização: Sabu, o líder; Nakomis, o responsável pela programação; Topiary, que cuida das finanças; Kayla, hacker canadense que se passava por uma garota de 16 anos; e Joepie91, administrador do site. Além disso, citaram Avunit, que não teve a função revelada, e Barrett Brown, que negou participação no grupo.
Na reportagem, um pesquisador de segurança da Trend Micro, chamado Rik Ferguson, também declara que o grupo é pequeno, não muito sofisticado e com, no máximo, dez pessoas. "Tudo de que eles precisam é uma conta no Twitter e um site - este foi registrado nas Bahamas, de acordo com as informações oficiais", citou Ferguson.
Apesar do blog dos Web Ninjas ter, supostamente, desmascarado membros do grupo, o LulzSec continua na ativa e, inclusive, anunciou, no último domingo (19/6), que havia estabelecido uma parceria com os ciberativistas do “Anonymous”. No documento, eles declaram uma guerra virtual contra governos e o que eles classificam como “terroristas que continuam a dominar e controlar nossa internet”.
“A prioridade máxima é roubar e vazar qualquer informação confidencial dos governos, incluindo listas de e-mail e documentação. Os alvos principais são bancos e outros estabelecimentos de alto escalão”, informava o comunicado.
Eles classificaram a iniciativa como Operation Anti-Security (ou Operação Anti-Segurança, em português) e definiram o uso da palavra “AntiSec” como forma de identificar as ações durante os ciberataques.
LulzSec Brasil
Nesta quarta-feira (22/6) dois sites ligados ao Governo brasileiro (www.presidencia.gov.br e www.brasil.gov.br) e a página da Petrobras (www.petrobras.com.br) foram tiradas do ar. A ação, supostamente, foi comandada por um braço local do grupo de hackers Lulz Security, o LulzSecBrazil, o qual assumiu a responsabilidade pelos ataques em seu perfil no Twitter.
Na mensagem escrita em seu site - que foi tirado do ar nesta quarta-feira -, o LulzSecBrazil disse que há muito tempo vem observando “a manipulação de informação largamente utilizada dentro do Brasil e chegou a hora de tomarmos uma atitude quanto a isso”. Além disso, a organização faz ameaças ao Governo e ressalta: “Nossa mensagem é simples e deve ser ouvida por todos os governantes deste país: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas.”
De acordo com Vinicius Camacho, desenvolvedor e pesquisador de segurança na internet , que tem acompanhado o caso de perto, o LulzSec Brasil só está se aproveitando do nome do grupo original, que já é bastante conhecido no mundo todo, para se promover.
"Não vejo uma ligação direta. Esses brasileiros apenas usaram o mesmo nome e, atendendo ao chamado do LulzSec, iniciaram ataques DDoS a sites governamentais”, diz Camacho. "Agora que, aparentemente, o FBI está chegando perto do LulzSec, toda ajuda que tire o foco do grupo original seria bem-vinda, por isso divulgaram o feito do grupo brasileiro”, conclui.
Se você também tem acompanhado os ataques do grupo internacional e, agora, o brasileiro. Dê sua opinião sobre o caso. E conte também o que você acha da atuação do LulzSec Brasil.
A guerra cibernética já é uma realidade, são pessoa anônimas que estão lutando por uma ideologia, que ao meu ver não esta equivocada, um governo não deve mentir para o seu povo, não deve aumentar em 26% o salário dos seus assim de uma hora para outra, ganhar salários exorbitantes, eles são representantes do povo e como representantes deveriam dar exemplo, mas não é isso que ocorre no nosso país infelizmente.
Mas acredito em bons brasileiros que estão lá no senado, em Brasília realizando um trabalho sério para melhorar a saúde, educação neste país.

